SURF CAMPEONATO MUNDIAL

surf campeonato mundial atualizado

 

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Há seis anos, o domínio do Brasil no QS [divisão de acesso] Prime de Trestles impressionou o mundo. Seis brasileiros foram às quartas de final [Miguel Pupo, Jadson André, Heitor Alves e Jessé Mendes].

2. Brasil nunca venceu em Trestles

Embora exista uma tradição de bons resultados no QS [divisão de acesso], na elite, o Brasil nunca venceu em Trestles. As conquistas do passado provam o potencial do país na etapa, que promete trazer uma nova definição no ranking.

A etapa na Califórnia é a única prova na elite que nunca foi vencida por um brasileiro. Quem chegou mais perto foi Mineirinho, vice em 2015, após ser superado pelo australiano Mick Fanning.

3. Medalhões buscam a volta por cima

O curioso na lista dos sete campeões desta temporada é a ausência de nomes de peso. John John Florence [Margaret River, Austrália] e Adriano de Souza, o Mineirinho [Saquarema, Rio de Janeiro], foram os únicos campeões mundiais a arrematarem troféus em 2017.

Mick Fanning, Kelly Slater e Gabriel Medina, por exemplo, não sentiram o gosto da vitória, mas têm tudo para dar a volta por cima na Califórnia. Slater é a exceção, pois se recupera da cirurgia para curar uma lesão no pé, sofrida em julho no pico de Boneyards, em J-Bay.

4. Filipinho é “local”

Nascido em Ubatuba e radicado em San Clemente, na Califórnia, Filipe Toledo é “local” em Trestles. O paulista vem embalado pela vitória em Jeffreys Bay, na África do Sul, e conhece como poucos o lugar, ou melhor, o seu quintal de casa.

5. Sete eventos, sete campeões

Há tempos, o mundo não via uma disputa tão equilibrada pelo caneco. Nenhum surfista alcançou duas vitórias nesta temporada e todas as etapas até o momento foram vencidas por surfistas diferentes, algo que não acontecia desde 1992, ano em que Kelly Slater conquistou o seu primeiro de 11 títulos, há 25 anos. Nenhum atleta do top 10 pode ser descartado da luta pela ponta.

6. Vale tudo: surfe moderno e tradicional

Nas ondas de Trestles, será possível contemplar o que há de melhor tanto no estilo moderno e inovador como nas manobras clássicas, o surfe de borda. Mick Fanning foi campeão em 2015 fazendo o dever de casa como manda a tradição.

 7. Perseguição à lycra amarela

Devido ao equilíbrio de forças no Tour, Jordy terá de se impor para defender a liderança do ranking. O sul-africano é o atual número um, com 37,850 pontos, mas é ameaçado por John John Florence (36,900), Matt Wilkinson (35,950), Owen Wright (35,350) e Julian Wilson (33,200).

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